Júnior, é assim que se chama o manual do 3º ano adoptado pela Escola EB1 de Vila do Conde. Não tinha nada em contra, até me aperceber de certos "pormenores" que poderão ofender os mais susceptíveis.
Ora, nada na língua portuguesa diz que ter pronúncia é errado, que a pronúncia zero falada em Coimbra deveria ser usada em todo o Portugal. Para quem não sabe, a pronúncia do Norte é a que mais próximo está do antigo galaico-português. E no Sul, falam com uma pronúncia arabesca, quase sem vogais abertas. Isto porquê?
Numa tentativa de sensibilização da criança para os diferentes sons do e (é, ê, i, eh) consideraram correcto utilizar a palavra : elogio como sendo uma palavra exemplar para o uso do ê. Não estou a ver nenhum aluno da Escola dos Correios a dizer "êlogio" em vez de "ilogio".
Espero que haja consciencialização da existência de pronúncias por todo o mundo, derivadas a milhares de anos de convivências entre determinados povos.
Ora, nada na língua portuguesa diz que ter pronúncia é errado, que a pronúncia zero falada em Coimbra deveria ser usada em todo o Portugal. Para quem não sabe, a pronúncia do Norte é a que mais próximo está do antigo galaico-português. E no Sul, falam com uma pronúncia arabesca, quase sem vogais abertas. Isto porquê?
Numa tentativa de sensibilização da criança para os diferentes sons do e (é, ê, i, eh) consideraram correcto utilizar a palavra : elogio como sendo uma palavra exemplar para o uso do ê. Não estou a ver nenhum aluno da Escola dos Correios a dizer "êlogio" em vez de "ilogio".
Espero que haja consciencialização da existência de pronúncias por todo o mundo, derivadas a milhares de anos de convivências entre determinados povos.
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